segunda-feira, 3 de novembro de 2008

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Para Adriana no seu aniversário, com amor

Forte. Uma das mulheres mais fortes que eu conheço (e uma das mais cheirosas também). Parece ter vestido um escudo, onde só ficam à mostra seus belos e misteriosos olhos castanhos. Gosto de teus sapatos e de teus atos, e quando sorris é tão sincero... Ágil, esperta e muito inteligente. Te considero quase uma "professora", um exemplo pra mim (mesmo que não queiras, é inevitável). Desculpe-me, mas por falta de experiência profissional ainda não consigo separar "amigos" de "colegas de trabalho". Então eu digo: gosto demais de ti, nunca vou esquecer desse tempo em que convivemos, tudo o que aprendi contigo. Quero que sejas muito feliz, tenhas muita saúde, paz, AMOR! E lembres sempre que eu faço qualquer coisa que pedires, afinal, sou tua secretária. Te amo. PARABÉNS.

Bruna Carolina
30 de outubro de 2008

é a única foto que temos juntas, infelizmente

sábado, 25 de outubro de 2008

Profissão Colorida

A cabeça põe no chão
Vira uma cambalhota
Olha pra criança
E conta uma lorota

Brincadeira sadia
A alma nunca vazia
Recompensa ver esperança
Nos olhos de uma criança

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Das noites


Um pequeno pingo de chuva

Sobre minha cabeça caiu

E eu senti como se fosse o dia

Que pela última vez a gente riu


Tínhamos o sol

Mas dele não conseguimos nada

Aproveitamos a chuva

Para pedir mais uma rodada


Do vinho

Que desce a garganta de mansinho

E embriaga o coração

De álcool e emoção.

sábado, 18 de outubro de 2008

more than words

Escrevo hoje sobre a falta do que escrever: não há nada pior. Nada pior do que te faltar inspiração, quando não te falta assunto. Eu quero escrever sobre algo diferente, algo que não seja o amor, sentimento presente na minha cabeça na maior parte do tempo. Mas nada me vem.
Escrevo, então, sobre a falta de palavras. Olho para esse quadrado branco onde poderia despejar tudo o que vejo, sinto, mas hoje despejo o nada.

Lendo essas linhas é como se nada estivesse escrito, tamanho o vazio destas palavras. Das minhas palavras, que deveriam fazer todo o sentido para mim, mas não fazem. Hoje não fazem.